MINHA AMIGA E MINHA AMANTE

Publicado por: lordrj em 14/05/2019
Categoria: Hetero
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Olá a todos, depois de um tempo afastado, aqui estou novamente com experiencias novinhas, e delirantes que passei nestes 5 meses afastado.
A muito tempo que não via aos meu amigos de escola, algo em torno de 30 a 35 anos, então por intermédio de um amigo, foi marcado um encontro do pessoal do colégio.
Realmente, os anos foram implacáveis com uns, e benevolente com outros. Amigos haviam engordado , envelhecido, e outros até demonstraram que o tempo passou somente pelos cabelos grisalhos que apareceram. As mulheres, sem comentários, uma parte que eram objeto de nosso desejo, hoje embagulharam de uma maneira que não imaginaria nunca. Mas, haviam aquelas que com o tempo ficaram melhores, como Cristina, Marise, Simone, Fernanda, Luzia ... estas continuavam deliciosas, e pelo visto mais experientes.
Eu sempre tive uma certa aproximação com Cristina e Marise, e estas ao me verem vieram me abraçar e beijar... elogiaram minha aparência ( sempre fui ligado em me manter dentro de um padrão físico ), e conversa vai e conversa vem, ficaram sabendo que eu tinha ficado viúvo, que eu estava livre... Cristina lamentava pois estava num casamento fracassado, já a 5 anos, dizia que sua vida era uma merda só. Marise não, também havia ficado viúva a 6 meses, e que queria viver um pouco a vida que perdeu casada (ela mais nova era um furacão numa cama, segundo colegas que se vangloriavam de ter passado a piroca naquela bucetinha).
Pois bem, durante a festa ficamos nós 3 numa mesa, e a cada momento passavam amigos e amigas, alguns com suas brincadeiras chatas de sempre, e algumas já alteradas pelo álcool meio abusadinhas, com cantadas para sexo, etc.
Num determinado momento, Luiz retirou Cristina para dançar e então resolvi dançar com Marise. Impossível disfarçar a ereção, por sentir aquela bucetinha se roçando em meu corpo, e ela percebeu, e com isto se esfregava com mais força em mim.
Num determinado momento, Marise já não escondia o desejo, até por que, já estava “na seca” a meses após a morte do marido. Me sussurrou no ouvido se não achávamos um lugar reservado para ficarmos, mais a vontade. Pensei, que tal irmos para o carro no estacionamento. Era reservado, tem vidros com ISOFILME, só que tínhamos de ir um de cada vez. Fui na frente sem que percebessem, fui para dentro do carro, e uns 10 minutos após veio Marise, entrou no carro e veio me beijando com desejo, e alisando minha piroca por cima da calça. Abriu o zíper e começou a me fazer um boquete maravilhoso, com maestria e desejo ... Subia lambendo minha piroca e descia até lamber meu saco. Eu já havia retirado sua calcinha e dedilhava sua buceta molhada. Era cheirosa, bem depilada, com um grelinho maravilhoso aparecendo por entre os grandes lábios. Enfiei minha língua naquela buceta linda, e ela suspirou alto, mas não se fez de rogada, virou-se de uma forma que me ofertava totalmente sua buceta para ser chupada, lambida, mordiscada por mim, e ela se encarregava de me dar uma chupada de tirar o folego.
Estávamos tão loucos naquele sensual 69 dentro do carro, que não percebemos a chegada da Cristina, que abriu a porta do carro e nos pegou naquela situação. Puxa, nem me chamaram para este momentozinho só nosso! Egoístas!
Marise deu somente um sorriso maroto e continuou chupando minha piroca e sentiu que eu ia gozar. Colocou minha piroca com dificuldade, inteira dentro da boca até que eu derramasse uma de minhas melhoras gozadas, dentro de sua boca, enchendo-a de porra, até escorrer pelos cantos da boca. Ela largou minha piroca e Cristina veio logo por cima para chupar o restante de porra que escorria pela minha piroca, e lamber os lábios e beijar a boca da Marise.
Nos recompomos para poder voltar a festa... Cristina veio agarrada ao meu braço dizendo, puxa, podia ter-me convidado para esta parte da festa.
Voltamos ao salão e Marise logo foi agarrada por Adilson, já bêbado, eu teimava em beija-la, e ela safada, deixou e me olhava como que dizendo, ele vai senti o gosto da sua porra na minha boca.
Bem, encurtando, logo terminou a festa e levei Marise e Cristina para casa de carro. Marise na frente vinha me apalpando a piroca por cima das calças, e no banco de trás veio Cristina, que não disfarçava a cara de ciúmes.
Deixei Marise em casa, com um beijo molhado e gostoso, e fui levar Cristina em casa, só que ela pediu para perto de casa pudesse passar para o banco de trás, para parecer que estava chegando de UBER. No caminho apalpava minha piroca também e disse que havia gostado do sabor de minha porra, que ainda o sentia na boca. Chegando perto de sua casa, passou para o banco de trás do carro, e chegando na porta de casa, lá estava o seu marido, com caras de poucos amigos, que quando ela desceu, ele a cobriu de esporro por estar chegando tarde em casa. Como era briga de marido e mulher, não me intrometi e fui embora para casa dormir.
Na manhã seguinte ainda tombado pela festa, logo pela manhã recebo uma ligação em meu celular, era Cristina querendo me ver naquela manha. Estranhei, mas ela marcou comigo em frente a 21 Delegacia, ali em Bonsucesso, e fui me encontrar com ela. Lá estava ela, Cristina é uma falsa loira, com seus 47 anos, mas com um corpinho bem cuidado e moldado nas ginasticas de academia, seios durinhos graças o silicone, e uma bunda durinha e apetitosa.
Ela praticamente se jogou dentro do meu carro, e foi logo dizendo, vamos sair logo daqui. Perguntei o que estava havendo e ela disse: me leve para um lugar reservado para conversarmos e quero que você saiba logo, estou com um tesão enorme de dar para você ...
Caralho, pensei logo que deve ter dado merda com o marido dela, mas nada a ver, por que até a porra que ela provou foram alguns filetes que escorreram pela minha piroca.
Peguei a linha amarela e parti para o meu Motel preferido no Rio de Janeiro, o Mirante, em Jacarepaguá. Entramos, e já na Garagem ela veio me beijando, levantou a saia e logo percebi que debaixo daquele vestido ela estava sem calcinha, pois senti que os lábios de sua buceta envolveram minha piroca por cima da calça... `Perguntei, que loucura era aquela? Ela me respondeu que logo ao chegar em casa o marido já a esperava e começou a lhe dar esporro, que ela não havia ido à festa nenhuma, que o estava traindo com outro, etc etc etc. Perguntei, ele então achou que o outro fui eu? Ela disse que não, ele desconfia que um amigo dela, eu disse logo: amigo ou ficante? Ela disse que não, que nunca havia traído o marido, mas continuando, ela disse que ele foi rude, a agrediu com palavras e empurrões. Ela se trancou no quarto e ameaçou chamar a policia se ele ficasse em casa. E ele foi embora a deixando sozinha. E assim passando a noite em claro, ficou o tempo todo recordando da cena que viu a Marise chupando minha piroca, que ela disse que é muito maior do que a do marido dela (eu tenho uma piroca de 19 s 8 cms) e isso lhe deu um tesão enorme e uma vontade de meter um par de chifres em seu marido babaca. Por isso me ligou de manhã, para poder marcar para sentir minha piroca dentro de sua boca, e queria que eu gozasse dentro dela, coisa que ela confessou que seu marido nunca fez pois achava a mulher que aceita isso uma vagabunda. Como ela estava sem calcinha, eu dedilhava sua bucetinha e encostei meus dedos em seu cuzinho, que fez que ela escapasse rápido. Perguntei o que foi? Nunca deu o seu cuzinho? Nunca. Já tentei enfiar cenouras ou pepinos, mas doíam e ela parava logo, mas nunca, disse rindo, tentaria isso comigo, pois minha piroca ia rasgar ela em duas ... eu disse, não vamos falar isso agora, depois falamos sobre isso.
Subimos para o quarto, tinha reservado a suíte marte, que tem a melhor vista para Jacarepaguá e Barra da Tijuca, e você vê isso tudo de dentro de uma Jacuzzi, em suma, uma visão de estontear.
Senti Cristina um pouco sem jeito de estar ali comigo, e perguntei se ela queria mesmo continuar. Ela disse que sim, pois sempre teve um tesão por mim desde o tempo do colégio, e sentia um ciúme doentio de mim perto da Marise, e que ficou sem chão quando me pegou com ela me chupando a piroca no carro. Ela andou em minha direção e foi abrindo o cinto de minha calça, abaixando-a e a cueca ao mesmo tempo, e minha piroca saltou enorme para fora, com a chapeleta inchada e roxa, esperando por uma buceta ou um cuzinho.
Cristina não se fez de rogada. Se agachou e começou a me punhetar suspirando, pois sua mão não conseguia segurar meu piroca direito. Senti que sua boca começou a salivar, e subitamente se aproximou e colocou meio desajeitada minha piroca na boca e tentou chupar.
Fazendo isso disse, não sei como é que a Lina conseguiu fuder com você e aguentar esta piroca na buceta. Perguntei, como você soube que eu e Lina trepamos no colégio? Ela disse que uma vez havia visto nós dois entrarmos no banheiro num sábado, e foi espiar pelo basculante da janela, e viu ela me chupando no banheiro e quando eu gozei na boca dela ... Cristina confessou que ali teve vontade de entrar no banheiro e me mamar também, mas ficou com medo do tamanho de minha piroca.
Ela ficou mais ou menos uns 15 minutos me chupando, foi quando avisei que ia gozar ela então colocou o que pode de minha piroca na boca e sentiu eu ejacular litros de porra quente em sua boca e garganta, a putinha bebeu cada gota, e ainda vem me dizer que não gostava de beber porra.
A levantei, tirei a blusa e o soutien que usava, e mamei feito um louco aqueles peitos, mordi seus mamilos e chupei feito um bebe desmamado; depois é que observei que havia deixado diversas marcas de chupões em seus seios.
Praticamente arranquei a bermuda que ela usava e rasguei sua calcinha, ela disse, ei, calma aí senão eu volto nua para casa..., mas não lhe dei ouvidos, a segurei pela cintura e entrei com ela na jacuzzi e comecei a banha-la, a passar óleo aromático em seu corpo. Cada pedaço que eu ia passando o óleo Cristina gemia de prazer, e quando cheguei em sua buceta, ela estava “babando” de tanto gozo que saia de dentro dela. Cristina de olhos fechado, em transe, em êxtase.
Comecei chupando seu clitóris, e notei que era daqueles bem avantajados, dei mordidinhas e linguadas passando bem asperamente minha língua ali. Cristina foi à loucura, segurou minha cabeça com as mãos e praticamente enfiava minha cabeça na sua buceta.
Senti que ela teve vários gozos, meu rosto, minha barba estava totalmente melados pelo seu gozo. Então a deitei na cama, ajeitei a cabeça da minha piroca na entrada de sua buceta, e ela falou: Esse monstro não vai entrar, tua piroca é muito larga. Estou sentindo a buceta embeiçar para dentro. Disse a ela, fica calma, relaxa, e dei aquela estocada mais forte, senti a chapeleta passar apertada e Cris deu um grito de ânsia e dor... Aiii filho da puta, tá me rasgando a buceta porraaa. Não lhe dei ouvidos e continuei empurrando e ela começou a chorar e morder os lábios. Quando senti meus culhões encostarem em sua bunda fiquei um pouco parado e senti que o choro dela estava se transformando em prazer, pois ela começou a mandar que eu enfiasse lá no fundo, que eu empurrasse o útero dela. Comecei a me mexer devagarinho, ela me pediu calma, e comecei a acelerar e dentro em pouco eu estava parecendo um animal, pois entrava e saia daquela buceta feito um louco, e Cris gozando e falando palavras desconexas, num determinado momento suas pernas enlaçaram minha cintura, foi quando eu dei a estocada mais profunda (senti minha piroca bater com força no fundo do seu útero) e Cris deu um grito enorme e gozou com força e eu gozei também, derramando litros de porra dentro de sua buceta...
Ficamos abraçados por um tempo, e quando senti minha piroca amolecendo, comecei a tirar de dentro dela, e como saia porra misturada com sangue. Ela logo, feito uma cadela no cio, veio chupar minha piroca que tinha porra misturada com o sangue de sua buceta. Eu pensei que ela havia menstruado, mas ela disse, que eu havia arregaçado com a sua buceta, que homem nenhum havia feito isso com ela, que estava dolorida, mas o prazer ainda estava percorrendo o seu corpo inteiro. Ela se levantou e deu uma agachada na cama, e quando fez isso, saiu muita porra e sangue de sua buceta... ela se agachou e chupou toda a porra com sangue que havia ficado nos lençóis. Veio, me abraçou e falou em meu ouvido: Você me arrombou todinha, eu sinto um buraco que não fecha na minha buceta, mas quero fuder muito mais com você.
Ficamos abraçados nos recuperando, quando ela começou a me chupar, minha piroca logo ficou ereta e pronta para mais uma metida. Cristina vendo isso, se levantou, foi até a sua bolsa e tirou um tubo enorme de KY, me mostrou e disse, caba com o meu cuzinho. Quero que meu marido veja que eu trepei com outro homem, que dei meu cuzinho até perder o couro do anus.
Peguei o tubo de KY. Passei em meus dedos e enfiei primeiro um, depois dois e no fim três dedos naquela bundinha... Quando senti que já estava deslizando com facilidade, passei KY em minha piroca inteira e coloquei a chapeleta na portinha do cu dela e comecei a colocar. Gente não passava. Empurrei uma, duas vezes e sentia a resistência... a ajeitei na cama, levantei mais um pouco a sua bunda, me agarrei na sua cintura, e empurrei com tudo... Caralho a minha piroca entrou com tudo, rasgando tudo. Cristina berrava, esperneava, chorava. Pedia pelo amor de Deus, tira, tira, que eu não aguento esta piroca toda dentro do cu. Você me abriu... eu ali parado, esperando ela se acostumar com o volume entalado em sua bunda... Fiz menção em trazer a piroca até a entrada do cu, mas vi que ao fazer isso, estava colocando o seu reto para fora, pois ele vinha junto com a minha piroca, e ela chorava num misto de dor e de gozo, pois dizia que sentia seu cu com minha piroca entalada. Praticamente esvaziei o tudo de KY naquele cu, e comecei a entrar e sair devagarinho. Ela com a cara enfiada no travesseiro, mas aceitando melhor o entra e sai da piroca. Quando percebi, aquela puta já estava se arreganhando mais, e pedindo para eu entrar com tudo, que cu de puta não se tem perdão... Eu parecia um jumento comendo aquela bunda. Comecei a dar tapas e mais tapas em sua bunda, a deixando vermelha, e ela rebolava e empinava a bunda feito uma égua safada. Disse que nunca pensava em ser uma puta, como estava sendo naquele momento, gozando feito uma louca pelo cu. Mas que estava adorando!
Quando senti que ela ia gozar, acelerei meus movimentos e gozamos juntos, senti que minha porra inundou aquela bunda, saindo muito porra a cada movimento de entrar e sair que eu fazia.
Ela virou-se e beijamo-nos feito loucos, feito amantes, e ela caiu sem forças e eu tirei minha piroca com uma certa dificuldade de sua bunda, pois teimava a sair o reto quando tentava tirar a chapeleta. Tive que esperar minha piroca amolecer por completo para tira-la de dentro. Saiu feito um tampão, pois veio porra, muito, mas muito sangue, e fezes. Ela praticamente cagou em minha piroca, quando a tirei.
Vi que ela chorava baixinho, e passava os dedos na entrada do cuzinho e dizia: Nossa, meu cu arreganhou todo... estou me sentindo arrombada.
Fui olhar, e realmente me senti com pena, pois fiz um estrago naquela bunda. Qualquer marido iria notar que sua mulher deu o cu, após o estrago que fiz.
Ficamos deitados lado a lado por umas 2 horas. A beijava e cobria de caricias. E preocupado disse a ela como ela faria para esconder a buceta toda lacerada e o cu arrombado daquela maneira? Ela disse que não esconderia, que a primeira coisa que faria ao marido ao chegar era dizer: Olha, veja coo é que eu sou uma puta, uma vagabunda, dei minha buceta e o meu cu até arrancar sangue... fudi com um homem até ficar cheia de porra dentro de mim. Que estava arrotando porra até aquele momento.
Uma hora depois nos arrumamos e a deixei em casa, desta vez ela fez questão que o corno me visse chegando com ela.
Cristina depois desta foda se separou de seu marido e foi minha amante por mais de 2 anos, até que resolveu procurar outro homem para refazer a vida, se casar. Mas para minha grata surpresa, um dia antes do casamento, me procurou e relembramos tudo isso que fizemos, e me garantiu que continuaria sendo minha amante, e puta.


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