Até que enfim anal

Publicado por: frano69 em 23/11/2018
Categoria: Hetero
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Como já publiquei no conto anterior, minha vida sexual com a Gertrudes ia de vento em popa, mesmo com ela se negando a dar sua bundinha pra mim. Mesmo assim, ela não deixava faltar um cuzinho pra eu comer, pois sempre que agente podia convidava a Matilde para uma suruba no nosso apartamento. Um dia, encontrei a Matilde na rua. conversa vai, conversa vem e acabamos indo parar num motel barato. Chegando lá fizemos tudo o que tínhamos direito. Matilde estava leve e solta do que nunca. Fodemos em todas as posições possíveis na cadeira erótica. A que mais me chamou atenção foi a de frango assado ou a posição de ginecologista. Matilde subiu suas pernas até meus ombros e mandei ver na buceta. Ela gemia alto pedindo mais e mais:
- Ai que gostoso. Essa rola me mata. Mete tudo que vou gozar. Ah, ah, ah.
Contraiu sua vagina apertando meu pau, fazendo eu gozar abundantemente dentro da sua buceta.
- A Gê deve ser muito feliz com essa pica a disposição dela. Ainda bem que ela compartilha você comigo Guto.
Sem querer deixei escapar aquilo que não me deixava completamente satisfeito com a Gertrudes.
- A Gê é show de bola. Só não sua bundinha pra mim.
- Tá brincando Guto?
- Não. Até tentei, mas ela não dá mesmo. Nem a pau.
Aproveitei e falei sobre o que ocorrera com ela no passado ( o episódio da curra da casa de swing).
- Peraí. Eu lembro desse lance. Também frequentava aquela casa e na noite que ela passou por isso eu não fui porque estava menstruada. Meu Deus. Aquilo foi demais para Gê. Mas é passado, não volta mais.
- Se você quiser comer a bundinha dela eu posso te ajudar.
- Como?
- Não se preocupe Guto. Vamos fazer uma suruba lá em casa pra ver se rola.
- Tá certo. Falei bem animado.
Dias depois, a Matilde ligou para Gê muito animada, pois tinha conseguido uma promoção no emprego e queria comemorar com nós dois. Saquei que era a senha da safada da Matilde para rolar aquela sacanagem bem gostosa a três. Fomos para o seu apartamento. Matilde nos recebeu usando somente uma camisola rosa transparente sem nada por baixo. Gertrudes não perdeu tempo: tirou toda a sua roupa e subiu a camisola de Matilde alcançando a sua xoxota. aproveitei para dá-lhe um beijo de língua, enquanto tirava sua camisola, deixando-a bem animada.
- Oba. Hoje agente vai foder bem gostoso. Tira a roupa dele Gê.
De imediato Gertrudes me deixou nu. Meu pau totalmente duro procurava o primeiro buraco para penetrar. Botei Gertrudes de quatro e comecei a comer sua buceta, enquanto Matilde ofereceu sua buceta para Gertrudes, que deu uma lambida pra lá de gostosa. Estava rolando a maior sacanagem até que a safada da Matilde resolveu apimentar ainda a putaria:
- Guto. Quero ver você comer o cuzinho da Gê. Tira da buceta e mete nele, vai.
A reação da Gê foi instantânea.
- Isso não Matilde. Você e ele já sabem que meu cu eu não dou de jeito nenhum.
- Calma gata. Pegou um pote de KY e passou na minha pica que ainda crava na buceta de Gertrudes, passando na porta do seu cuzinho em seguida.
- Você ama o Guto?
- Claro que eu amo.
- Por que você não dá pra ele?
- Te medo dele me machucar.
- Gê, isso é passado. Deixa ele tentar. Quem sabe com jeito tudo dá certo.
- Tá bom Guto. Mas só desta vez.
Tirei meu pau da buceta e fui colocando meu pau bem devagar no seu cuzinho. Vi que Gertrudes quis desistir, mas já tarde.
Aos poucos seu cu foi se dilatando, facilitando a penetração. Senti meu pau escorregar pra dentro do seu cu. Mesmo assim fui bombando devagar, enquanto ela abafava seus gemidos na xoxota da Matilde. Depois de cinco minutos ela se acostumou com todo o volume do pau entrando e saindo e começou a jogar o bundão pra trás. Aproveitei para dedilhar seu grelo que já estava bem excitado. O prazer de Gertrudes foi inevitável. Começou a gozar igual a uma Égua no cio. Pediu que gozasse tudo dentro da bunda, o que atendi prontamente. Mesmo depois do orgasmo, ficamos os dois engatados por dois ou três minutos.
Depois do meu primeiro anal com Gertrudes, ela acabou ficando viciada: toda transa entre nós teria que ter anal. Agradeço até hoje a Matilde pela força. Sempre que podemos, fazemos aquela suruba gostosa, onde rola de tudo, principalmente depois que colocamos um fim no trauma da Gê.


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