Casou com a uma puta, agora aguenta !

Publicado por: nenem em 03/02/2018
Categoria: Corno
Leituras: 18188 / Votos: 0 / Comentários: 0
Vou começar com uma breve apresentação: eu sou o Marco, 35 anos, engenheiro, alto, magro, pele clara, casado há 7 anos com a Lia, uma leonina decidida, 29 anos, loira, olhos claros, peitos grandes, magra, o bumbum não é muito grande, mas ela o valoriza com suas roupas e com um salto sempre muito alto. A Lia é gerente de marketing de uma indústria química em Curitiba, onde moramos e, como chefe de equipe no trabalho e chefe da nossa casa, ela adora mandar... Em casa adora também me humilhar e me manter submisso a ela, isso começou já no nosso namoro. Mas vamos lá: aconteceu há poucos dias atrás e começou numa terça-feira em que Lia chegou mais tarde do que eu em casa, eu assistia a um noticiário, ela entrou e me deu um longo beijo, eu perguntei a ela o que havia acontecido, pois já percebi o sabor de porra em sua boca e ela me respondeu que havia chupado um cara... Curioso e já excitado perguntei em que motel eles foram então ela me falou que foi no banheiro do escritório mesmo e que havia chupado um colega de empresa. Fiquei irritado e brigamos, pois apesar de saber que não tem mais onde nascer chifres na minha cabeça, tínhamos um pacto de que não aconteceria com ninguém próximos a nós, ela mandou eu ficar calmo e que o cara era de outro setor e eu não o conhecia. O assunto morreu e no sábado saímos para jantar fora e depois fomos para um motel, a noite estava ótima, ela linda, cheirosa e muito carinhosa, começamos com beijos ardentes, carícias, pegadas... ela me chupou deliciosamente e sentou no meu pau - essa é a posição preferida da Lia, ela adora cavalgar, mas deu uma reboladinha e já soltou: - "Que merda de pau! Seu brocha! To aqui sentada com tudo em cima de você e não sinto nada! Você é um inútil mesmo! Vou arrumar um pau que me satisfaça!" Vale dizer que meu pau nem é tão ruim assim, mas ela sempre o diminui... bem, ela pegou o celular e ligou pra alguém, teve uma conversa picante do meu lado na cama e combinou o encontro, virou-se pra mim e disse que iria tomar um banho porque o macho dela não iria gostar de pegar a boceta dela suja e que quando ele chegasse era pra eu ir recepcioná-lo e levá-lo à suíte. Assim eu fiz, quando a recepcionista do motel avisou que havia chegado nosso convidado eu logo desci pra abrir a garagem, o cumprimentei e levei ele para cima. Lia já tinha saído do banho e estava nua tomando um vinho. Ela veio em nossa direção e fez as apresentações: - Esse é o Cezar, trabalha comigo, foi o gosto dele que você sentiu outro dia. Virou-se para o Cezar e disse: - Esse é o corno que só serve para pagar minhas contas de quem te falei. O cara deu uma risada safada de desprezo e orgulho e me deu parabéns. Eles começaram a se beijar e logo o Cezar estava pelado também, eu fiquei num canto do quarto enquanto ela o chupava e ele metia os dedos na bocetinha dela, logo ele também a chupou e entre muitos beijos e carícias ela de vez em quando olhava para mim e me chamava de corno, de chifrudo, às vezes de frouxo. Quando ele começou a meter nela eu estava louco de tesão e comecei a me masturbar. A Lia saiu da cama veio até mim e deu um apertão em meu saco com muita força, doeu tanto que quase chorei e broxei na hora, então ela disse: - "Você não tem o direito de gozar seu corno nojento!" Ela, com os cadarços do meu sapato amarrou firmemente meu saco e meu pinto de forma que ele não ficava ereto e me colocou sentado numa cadeira bem pertinho da cama e disse que era pra eu só prestar atenção em um macho de verdade e ver se eu aprendia alguma coisa. Eles meteram por um bom tempo e eu ali pertinho assistindo à minha esposa gemendo em outro pau sem poder fazer nada... Ela sentada e rebolando na vara do Cezar gozou loucamente, ele a deitou e colocou a pernas dela em seus ombros, nossa a boceta dela ficou toda aberta! Com mais algumas metidas ele também gozou forte. Os dois se abraçaram e ficaram na cama e eu ali sentadinho... alguns minutos depois ela se levantou, serviu sua taça de vinho e disse que queria mais, então veio até mim, soltou meu saco e pinto e mandou eu chupar o amante dela - "Chupa bem gostoso o pau do meu macho seu corno! Vamos ver se pra isso você presta! Que assim que tomar meu vinho quero a pica do Cezar dura pra eu subir nela novamente, aproveita e vê como é um pau de macho de verdade, não essa porcaria que você tem no meio das pernas!" Eu como já fiz em outras ocasiões atendi e tratei de fazer o que ela mandou, o pau do Cezar era igual o meu em tamanho, só que mais grosso, quando ele já estava como uma rocha ela mandou eu colocar camisinha que ela já queria sentar, eu coloquei a camisinha e ainda dei uma chupada por cima pra deixar bem molhado, ela me empurrou para o lado e sentou de uma vez no cacete dele, só que o Cezar disse que não queria mais a boceta e queria o cú. Ela falou que daria o rabo porque estava ferido e iria incomodar, ele insistiu mais algumas vezes, então ela me chamou e disse: - Meu homem quer um cú, o meu eu não posso dar hoje, mas tenho que atender ao que ele me pede, então o seu cú será dele. O safado deu uma risada de prazer e eu não gostei da ideia e disse que não que já era demais. Nem terminei de falar ela já tinha me dado 2 tapas na cara e falado que se eu quisesse continuar com o meu pauzinho no meio das pernas era melhor fazer o que ela manda, ela me segurou pelos cabelos e puxou para a cama, me colocou de 4 e abriu minhas nádegas com tanta força que parecia me rasgar, olhou pro Cezar e disse: - "Você quer um cú então vem meter nesse". O safado já estava se preparando, passou um gel no cacete e com a cabeça do pau espalhou gel no meu rabo virgem, ela disse pra ele: -"Meta sem dó nesse cú, pra esse frouxo aprender, não quero que sobre nenhuma prega no rabo desse corno viado!" O Cezar posicionou o pau na entrada do meu cú e, como ela mandou, meteu o pau todo em uma única estocada, nunca havia sentido dor igual, dei um grito e lágrimas saíram dos meus olhos, ela ficou doida com a situação, ria muito e me xingava, eu tentei escapar, mas ela me segurou pelos ombros e o Cezar em meu quadril, pra ele era um prêmio, meu cú já tinha levado algumas dedadas dela, mas nunca um pau. Ele ficou por alguns segundos ali dentro de mim, parado, mas logo começou movimentos de vai e vem, e ela me segurando... a dor demorou passar, mas depois comecei a ter prazer, e logo o safado fodia meu cú com força e ela se masturbava loucamente, meu pau ficou duro, aí ela deu risada e disse: - "Olha o viado tá gostando do meu macho!" E o pior que eu estava mesmo, com o estímulo daquele cacete grosso em minha próstata acabei gozando e ela foi a loucura. Ela só pediu ao Cezar que avisasse quando ele fosse gozar, o que não demorou muito, ela então rapidamente tirou a camisinha me segurou pelo cabelos e socou minha boca naquela vara, me fazendo chupá-la novamente. Quando ela percebeu que o Cezar iria gozar empurrou minha nuca com força e ele soltou a porra toda na minha garganta, não tinha como eu cuspir... aí ela chegou perto do meu ouvido e disse: - "Fiz você sentir todo o gosto da porra do Cezar pra você aprender a não reclamar mais quando eu chegar em casa com minha boca ou boceta sujas de outros machos. Entenda que eu dou e chupo quem eu bem entender tá bom seu viado!" Em seguida ela colocou uma toalha no chão próximo a cama e me mandou ficar deitado lá, feito um cachorro, eles tomaram banho juntos, se deitaram na cama de conchinha e dormiram. Eu ali no chão, todo arregaçado, humilhado cheguei a chorar e pensar se valia a pena, mas uma excitação tomava conta de mim então me conformei e adormeci também. Por volta de umas 4:00 horas da manhã acordei com ela pisando de leve em meu saco com o salto da sandália. Os 2 estavam ali em pé do meu lado já vestidos, o safado com aquele sorriso de canto, então ela disse que eles já estava indo e que era pra eu pagar o motel e passar numa panificadora comprar o café da manhã. Prá terminar quando estavam saindo ela me olhou com um sinal negativo com a cabeça e disse ao Cezar: - "Olha só pra esse viado aí no chão, nunca foi macho mesmo, mas de agora em diante além de corno e inútil é um viado, como fui me casar com um merda desses", virou as costas e saíram dando risadas. Eu então tomei um banho e fiz o que ela mandou, demorei um pouco pra chegar em casa pois não achava local aberto pra comprar pão, quando entrei no quarto, lá estava minha esposa sozinha e nua na cama toda desarrumada, as roupas dela pelo chão e, também no chão próximo a cama, duas camisinhas cheias de porra. Eu como bom marido, arrumei toda aquela bagunça, levei as roupas dela para a lavanderia, joguei as camisinhas do Ricardão no lixo e preparei um café para a minha dedicada esposa. A tarde fomos passear num parque aqui de Curitiba de mãozinhas dadas como um perfeito casal apaixonado... Abraço a todos!


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto